quinta-feira, 14 de julho de 2011

E meu dia dos Namorados...

Depois da tempestade, sempre vem a bonança, não é o que dizem? Engraçado porque comigo acontece justamente o contrário. Quando eu penso que ta tudo bem, o destino me dá um chute no meio dos peitos e faz aquela cara de Troll, dizendo "Problem?".
Até aquele famigerado 12 de Junho, dia maldito para os solteiros que não conseguem desfrutar unicamente como companhia a sua própria pessoa (sim, eu estou falando de mim), eu ainda estava solteira. Valentina ainda não tinha resolvido assumir nada. Então deixei ela decidir.

Mas como solteira não quer dizer sozinha, resolvi ir na boate (novidade) dar uma curtida com uns amigos. Fato que não tive a intenção de pôr os olhos em ninguém, mas não quer dizer que eu era invisível. Distraida com meu coquetel, dançando ao som do DJ residente, a moça vem dançante logo ao meu lado, o que me compeliu a virar-me para ela, e deixem eu dizer.... nunca tinha visto algo igual.
Falei no post anterior que iria comentar as características da Val, pois bem. Pouco mais alta que eu, morena, bunda perfeita, um pouco mais forte que eu, ossos grandes porém equilibrados e proporcionais, cabelos cacheados na altura dos ombros, cor chocolate.
Mas essa nova moça, eu simplesmente parei e deixei o queixo ficar lá pelo chão mesmo. Mais baixa que eu pouca coisa, olhos amendoados, cabelos cor cereja, longos e lisos com cachinhos nas pontas (não vou mentir que isso me derreteu toda), corpo pequeno, porém quadris magníficos... eu procureu, procurei e não achei defeito nenhum... tá bom, talvez eu nem tenha procurado defeitos kkkkkkkkkkkkkk, mas de qualquer forma, naquele vestido de alcinha preto e escarpam...não resisti e lá tava eu toda assanhadinha. Agora deixem eu dizer que estava puta com a Val porque ela preferiu sair com as primas do que comigo, e mesmo eu apelando para o fato de quase não nos vermos semanalmente, ela foi irredutível. Me dei o direito de me vingar.
A menina foi se chegando, se chegando, e eu mais ainda. Então começamos a conversar. Ela trabalha numa empresa das grandes... sorte miserável a minha. Super inteligente, meiga, engraçada... e rolou mó climinha. De repente, nossos lábios estavam uns nos outros e deixem eu dizer, que beijo gostoso!!!! Sério, nunca imaginei que seria capaz de conquistar uma menina tão linda. Eu não sou de jogar fora... mas conquistar uma guria daquela levantou meu ego em 100 pontos, numa escala de 0 a 100. Trocamos telefone e no dia seguinte conversamos bastante. Continuamos saindo, mas a coisa ta meio lenta, afinal, ainda tinha a Valentina na minha vida, e isso eu ainda precisava resolver.
Foi ai que num impulso, umas 2 semanas depois eu soltei pra Val que tinha ficado na boate. A Val se sentiu pressionada, acho, a tomar uma atitude, do tipo "se eu deixar do jeito que tá, eu perco" e me pediu em namoro. Eu fiquei de dar uma resposta, pois agora eu é que queria pensar. Valentina perguntou o nome da menina com quem eu tinha ficado... e o nome? Era Paloma...

Pra quem gosta de loiras como eu... uma imagem pra embeleza ainda mais esse blog ^^

4 comentários:

Fernanda Iasi disse...

oi! Adorei teu coments! Seja muito bem-vinda quando quiser voltar. Obrigada pelo carinho, viu? Bjo!

Anônimo disse...

Uau..somos dois. As loiras são a
minha perdição. Ah! e as ruivas...
Bom relato.

Pai do Coração disse...

Quando mais novo eu era ansioso ... sofria ... ficava angustiado pela retribuição de um amor ou paixão. Hoje sei que não sentiria mais assim. A possibilidade da perda de uma relação é escravizadora, o medo. Na intenção de preservar a relação, deixamos de colocar limites. Nos tornamos sucetíveis a manipulação,e com o tempo o que deveria aproximar acaba nos afastando. Isso dá um post né? A maior liberdade de uma relação não é vivê-la sem limites, mas conseguir estabelecer os seus, aqueles que são inegociáveis, e submeter-se aos do outro por valer a pena e não por medo.

Luizita. disse...

muito legal seu blog! aproveito a oportunidade para agradecer o comentário que fez no meu.
Nossos queridos "diárinhos" ..