Hoje foi um daqueles dias em que cheguei a conclusão de que as coisas são exatamente do jeito que têm que ser. Mudar por mudar... do que adianta? Muitas das coisas erradas que fiz começaram com um mudar por mudar... beijar por beijar... sexo por sexo... trair por trair...
Na sexta eu fui a uma festa e estava firme na decisão de não buscar companhia, pois a mim bastava a de minhas amigas. Minha melhor amiga (mas isso é outra história) não foi, acho que o namorado "não deixou" que ela fosse. Enfim, uma delas estava me dizendo que as demais já haviam conseguido ficar e nós duas éramos as únicas que estávamos sozinhas. Vimos 3 situações de namorados de amigas nossas que as traíam lá mesmo (entre eles o namorado da minha amiga que não foi - vai entender...!). Fiquei desapontada, triste... mandei na mesma hora um torpedo para minha melhor amiga... mas nõ sei o q passou depois na cabeça dela (explico logo logo).
Enfim, dançei com um carinha simpático, mas ele não tentou me beijar nem eu dei mole pra ele, só dançamos mesmo. Depois nos esbarramos enquanto estávamos eu e minha amiga (agora acompanhada) e um colega nosso (comprometido e que estava com outra amiga nossa) que coincidêndia ou não era amigo dele e o havia trazido.
Só sei que o acompanhante de minha amiga foi embora e todos fomos pra casa. Nosso colega estava de carro e sugeriu a carona (todas adoramos claro) e no carro fomos eu, minha amiga, o motorista e a companhia dele e o amigo.
No carro sentei do lado do carinha com quem havia dançado, ao meu outro lado estava minha amiga e outra colega que encontramos por lá. Papo vai papo vem (e lembrando que minha amiga começou a me encher porque eu havia bobeado não ficando com o carinha) acabei ficando com o rapaz. Fui deixada em casa, nos despedimos com outro beijo.
Depois liguei pro meu namorado, estava meio bêbada... mas disfarcei, se ele imaginasse onde eu estivera... No dia seguinte, encontrei as amigas na lanchonete, foi então que conversa vai conversa vem... descobri que o cara era casado, e depois de eu ter saido do carro minha amiga (a que me encheu pra ficar com o cara) pegou o cara também... agora vai entender, se ela tava a fim do cara pq insistiu que eu ficasse com ele?????
Não gostei, mas guardei pra mim.
Depois fui pra minha casa. Falei com minha melhor amiga, muito rápido. No dia seguinte sai pra praia (no caso hoje) com meu namorado/vizinho... aproveitei e fiz um anal logo de cara (tava afim mesmo de saber como era e dei)depois fui pra casa, cá estou, mas minha melhor amiga não me liga, nem atende minhas ligações... será que ficou chateada? E comigo?
Por ter contado a verdade??
Grandes postagens e um gentil compromisso com a honestidade de meus próprios pensamentos rs
domingo, 21 de setembro de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
...
Eu andei pensando muito sobre muitas coisas, devido a algumas situações que vivi nesses últimos dias.O meu amigo o que casado com o qual eu me encontrava não mais me procurou. Nem meu amigo que foi despedido juntamente comigo e alguns outros funcionários da empresa, nem o meu amigo da internet (que sabe perfeitamente das duas situações que acabo de descrever).Estou só. Não só... digamos que... estou num daqueles momentos em que penso no que quero colher daqui a algum tempo.Eu tenho feito muitas coisas das quais não me arrependo, mas também não me orgulho. Eu sou hoje resultado exato das coisas que fiz e deixei de fazer, e eu não seria quem sou hoje se não tivesse encarado as coisas como encarei, essas coisas, as novas coisas, que estive fazendo de errado só me fizeram entender que não é pra isso, somente isso, que estou aqui. Quero acreditar que há algo além de tudo isso.A postagem é curta, mas é só pra manter a sensação de que não esqueci de manter a minha vida de certa maneira incertamente exposta.
Que seja
Que seja
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Bons tempos
Hoje pela manhã eu tava no ônibus pra faculdade e fiquei me lembrando do meu amigo com o qual trabalho (trabalhava, aliás, porque fomos todos demitidos rs*), o Pedro*. Quando eu cheguei por lá não conhecia nada, ele me ensinou a mexer com tudo por lá, até eu ficar craque suficiente e me responsabilizar pela empresa em alguns expedientes sem a ajuda dele.
No começo, qdo começamos a nos conheçer, de cara eu senti uma atraçãozinha por ele, mesmo namorando a gente acaba vítima disso (há uns anos eu diria "aí que vergonha!", hoje...), mas quando ele comentou que a namorada dele era a garota mais inteligente que ele conhecia desencanei e ficamos super amigos. Eu achava legal, porque afinal acredito que possa existir amizade entre homem e mulher (contrariando muita gente), dividíamos tudo, ele conhecia meus podres e qualificações, éramos honestos um com o outro. Um dia ele disse que tinha rompido com a namorada, eu em acreditei, eles se amavam tanto, mas ele jurava q era verdade. Ousei dizer: "Que nada rapaz, essas coisas tem volta!", mas ele mesmo dizia que não.
Ele passou toda a semana meio tristinho, e fiquei com pena, então convidei ele para ir até um arraial (já que era por esse mesmo mês de junho do ano passado), pra ver se ele se animava. Ele topou e fomos. Aí, cachaça vai cachaça vem... a gente começou a dança um Pé-de-Serra show que tinha num barraquinha por lá, primeiro segurando uma das mãos, depois as duas, depois o abraço...ah, o abraço... de repente, começou a ficar tão gostoso aquele abraço dele... enconstei o rosto no dele, bochecha com bochecha, e dançamos até uns minutos. Meu pescoço tava dolorido então resolvi virar pro outro lado do rosto dele, ele pareceu ter a mesma idéia... aí nossa bocas se cruzaram, se encostaram, se tocaram, e a gente se beijou.
Foi tão louco... depois eu virei o rosto pro outro lado e pensei: "Meu Deus, não era pra eu ter feito isso", aí virei de novo e nos beijamos novamente, e depois nos olhamos. Ele sorriu, e eu respondi com um sorriso sem graça. Depois disso tudo mudou.
Dormi na casa da minha avó que era mais proxima do que minha casa, passei a noite toda pensando no beijo. No dia seguinte, nos encontramos no serviço, mas não tocamos no assunto, eu estava tãããão sem graça...não pensava em outra coisa, tudo fora tão expontaneo na noite anterior...
Na semana seguinte tocamos no assunto e ficamos juntos por um tempo. Acontecera a pior de todas as merdas que poderiam me acontecer: Eu tinha um namorado, e estava apaixonada por outro!
Depois, começamos a sair pra tomar uma cerveja e entre um gole e outro rolava um beijo e um trago de cigarro. E no final a gente acabava na cama. Tudo acontecia rápido, e não atentamos para nossa situação, ou atentamos mas ignoramos. Mas com o tempo coisas foram acontecendo e eu fui caindo em mim... eu estava perdendo a razão por algo que acabaria não valendo tanto a pena.
Um dia, depois de perceber que eu não estava conseguindo lidar com akilo nós brigamos, er... eu briguei na verdade,fiquei por semanas sem falar com ele, trabalhávamos num clima extremamente desconfortável... era chato. Até que fizemos as pazes e aí finalmente começei a simplesmente "curtir" a situação, e na primeira vez que depois disso fomos pra cama e eu conseguir separar sexo de paixão me senti forte. Ai virou graça, as vezes faziamos amor na minha casa, do lado do meu namorado/vizinho... então começei a relaxar.
Depois começamos a beber menos, fumar menos, beijar menos, transar menos... até eu ser transferida pra outra empresa... aí acabou!
Puxa, hj é dia dos namorados e olha do que eu to falando...
No começo, qdo começamos a nos conheçer, de cara eu senti uma atraçãozinha por ele, mesmo namorando a gente acaba vítima disso (há uns anos eu diria "aí que vergonha!", hoje...), mas quando ele comentou que a namorada dele era a garota mais inteligente que ele conhecia desencanei e ficamos super amigos. Eu achava legal, porque afinal acredito que possa existir amizade entre homem e mulher (contrariando muita gente), dividíamos tudo, ele conhecia meus podres e qualificações, éramos honestos um com o outro. Um dia ele disse que tinha rompido com a namorada, eu em acreditei, eles se amavam tanto, mas ele jurava q era verdade. Ousei dizer: "Que nada rapaz, essas coisas tem volta!", mas ele mesmo dizia que não.
Ele passou toda a semana meio tristinho, e fiquei com pena, então convidei ele para ir até um arraial (já que era por esse mesmo mês de junho do ano passado), pra ver se ele se animava. Ele topou e fomos. Aí, cachaça vai cachaça vem... a gente começou a dança um Pé-de-Serra show que tinha num barraquinha por lá, primeiro segurando uma das mãos, depois as duas, depois o abraço...ah, o abraço... de repente, começou a ficar tão gostoso aquele abraço dele... enconstei o rosto no dele, bochecha com bochecha, e dançamos até uns minutos. Meu pescoço tava dolorido então resolvi virar pro outro lado do rosto dele, ele pareceu ter a mesma idéia... aí nossa bocas se cruzaram, se encostaram, se tocaram, e a gente se beijou.
Foi tão louco... depois eu virei o rosto pro outro lado e pensei: "Meu Deus, não era pra eu ter feito isso", aí virei de novo e nos beijamos novamente, e depois nos olhamos. Ele sorriu, e eu respondi com um sorriso sem graça. Depois disso tudo mudou.
Dormi na casa da minha avó que era mais proxima do que minha casa, passei a noite toda pensando no beijo. No dia seguinte, nos encontramos no serviço, mas não tocamos no assunto, eu estava tãããão sem graça...não pensava em outra coisa, tudo fora tão expontaneo na noite anterior...
Na semana seguinte tocamos no assunto e ficamos juntos por um tempo. Acontecera a pior de todas as merdas que poderiam me acontecer: Eu tinha um namorado, e estava apaixonada por outro!
Depois, começamos a sair pra tomar uma cerveja e entre um gole e outro rolava um beijo e um trago de cigarro. E no final a gente acabava na cama. Tudo acontecia rápido, e não atentamos para nossa situação, ou atentamos mas ignoramos. Mas com o tempo coisas foram acontecendo e eu fui caindo em mim... eu estava perdendo a razão por algo que acabaria não valendo tanto a pena.
Um dia, depois de perceber que eu não estava conseguindo lidar com akilo nós brigamos, er... eu briguei na verdade,fiquei por semanas sem falar com ele, trabalhávamos num clima extremamente desconfortável... era chato. Até que fizemos as pazes e aí finalmente começei a simplesmente "curtir" a situação, e na primeira vez que depois disso fomos pra cama e eu conseguir separar sexo de paixão me senti forte. Ai virou graça, as vezes faziamos amor na minha casa, do lado do meu namorado/vizinho... então começei a relaxar.
Depois começamos a beber menos, fumar menos, beijar menos, transar menos... até eu ser transferida pra outra empresa... aí acabou!
Puxa, hj é dia dos namorados e olha do que eu to falando...
sexta-feira, 9 de maio de 2008
"Eu não pedi pra nascer"
Esse é uma dos primeiros protestos em que pensamos em fazer quando alguém que seja responsável pelo nosso nascimento nos fere injustamente. Nada mais justo, não?Foi como me senti há alguns minutos, talvez como eu tenha me sentido a vida toda por nunca estar à altura do posto de filha da mãe que tenho.
Talvez você possa pensar que eu sou mais uma daquelas adolescente revoltadas, fase em que todo mundo diz que existem desavenças entre mãe e filha, provavelmente em razão de como cada uma acaba encarando seu papel nessa fase. Talvez exista um pouco desse drama familiar, mas somente entende minha situação quem passou a vida sendo lembrado do quanto é incapaz de fazer algo aproveitável.
Honestamente não lembro de uma só coisa que eu tivesse desejado e minha mãe soltasse uma do tipo: "Não sei pra quê. Só gastar dinheiro... Pra quê? Só besteira... Tu não tem jeito, já tá gastando dinheiro com besteiras... Êita, mas toda hora tu inventa uma coisa"... etc, etc, etc
Com o passar do também eu acabei preferindo ser torturada a dizer o que mais eu queria fazer nessa vida. Prefeira guardar pra mim, ela não me deixava nem sonhar?!? Ela me educou pra pedir uma só vez, e eu aprendi bem! Se a resposta fosse sim, não tinha problema, se fosse não...era melhor nem insistir, era arriscado além de levar um não ainda ouví-la reclamar do que eu queria fazer.Eu qria tanto agradá-la que abri mão muitas vezes do que quiz fazer para não deixá-la irritada, ou chateada comigo. Um dia ela me esculhambou na ferente do meu primeiro namorado e tudo mudou. Estávamso os três na sala sentados no sofa,ela me chamou de tudo quanto é coisa, e ficamos calados, ela saiu da sala e eu me danei a chorar. Ele olhou pra mim sério e perguntou: "Porque tu estás chorando?", eu respondi "Poxa, tu não ouviu as coisas que ela falou de mim???","Sim","Então?","Mas ela só falou isso porque não te conheçe, agora eu te conheço e te falo que tu não é nada daquilo que ela falou!". Foi a última vez que chorei por causa dela.
Então decidi que nunca mais ia me importar com o que ela pensasse e que nunca mais abriria mão do que eu quero por causa dela! Por essa razão, conquistei nos ultimos 6 anos o que nunca consegui em 16. E hoje eu faço as coisas de que sempre tive vontade e nunca pude porque ela me fazia desacreditar.
Talvez você possa pensar que eu sou mais uma daquelas adolescente revoltadas, fase em que todo mundo diz que existem desavenças entre mãe e filha, provavelmente em razão de como cada uma acaba encarando seu papel nessa fase. Talvez exista um pouco desse drama familiar, mas somente entende minha situação quem passou a vida sendo lembrado do quanto é incapaz de fazer algo aproveitável.
Honestamente não lembro de uma só coisa que eu tivesse desejado e minha mãe soltasse uma do tipo: "Não sei pra quê. Só gastar dinheiro... Pra quê? Só besteira... Tu não tem jeito, já tá gastando dinheiro com besteiras... Êita, mas toda hora tu inventa uma coisa"... etc, etc, etc
Com o passar do também eu acabei preferindo ser torturada a dizer o que mais eu queria fazer nessa vida. Prefeira guardar pra mim, ela não me deixava nem sonhar?!? Ela me educou pra pedir uma só vez, e eu aprendi bem! Se a resposta fosse sim, não tinha problema, se fosse não...era melhor nem insistir, era arriscado além de levar um não ainda ouví-la reclamar do que eu queria fazer.Eu qria tanto agradá-la que abri mão muitas vezes do que quiz fazer para não deixá-la irritada, ou chateada comigo. Um dia ela me esculhambou na ferente do meu primeiro namorado e tudo mudou. Estávamso os três na sala sentados no sofa,ela me chamou de tudo quanto é coisa, e ficamos calados, ela saiu da sala e eu me danei a chorar. Ele olhou pra mim sério e perguntou: "Porque tu estás chorando?", eu respondi "Poxa, tu não ouviu as coisas que ela falou de mim???","Sim","Então?","Mas ela só falou isso porque não te conheçe, agora eu te conheço e te falo que tu não é nada daquilo que ela falou!". Foi a última vez que chorei por causa dela.
Então decidi que nunca mais ia me importar com o que ela pensasse e que nunca mais abriria mão do que eu quero por causa dela! Por essa razão, conquistei nos ultimos 6 anos o que nunca consegui em 16. E hoje eu faço as coisas de que sempre tive vontade e nunca pude porque ela me fazia desacreditar.
Foi assim que mamãe me ensinou
Acordei hoje por volta das 10 e meia completamente destruída. Parecia que haviam me dado uma surra na noite anterior. Apesar de eu ter dormido 5 horas e meia(mais que as 5h q durmo durante a semana) parecia que eu havia passado a noite toda dançando... rsrsrs, e havia mesmo...
Ontem recebi um adiantamento no serviço e saí com meu namorado/ vizinho pra uma boate GLBTS aqui da minha cidade. Dançamos por horas, no entanto estávamos um pouco distantes. Como explicar... funciona assim: se você sai com alguém pra dançar você sai pra dançar com aquela pessoa certo?... comigo é um pouquinho diferente...
Por alguma razão eu não sou eu lá dentro, vai parecer papo de lunático, mas me transformo. A questão é que de alguma forma é como se eu mudasse, ou talvez lá eu me torne mais eu mesmo do que normalmente sou. Há um Q de sensualidade naquele lugar, não tem como ficar tímido alí. Mas até aí tudo bem... só que o porém é o fato de eu dançar sensualmente não pro meu namorado/vizinho, nem pros outro carinhas (heteros) que dançavam alí... mas pra outras mulheres.
A hst é antiga. Quando eu tinha 8 anos tive uma "amiguinha" um ou dois anos mais velha com quem muitas manhãs e tardes passei brincando. Nossas mães eram amigas e enquanto fumavam na cozinha acompanhas de uma café preto (ou sem leite, como preferir), ficávamos no quarto dela brincando de "casinha". Como éramos só nós duas alguém teria que fazer o papel do pai, e normalmente ela que fazia. Ela era loira, lábios carnudos e olhos cheios de desejo (se não, vai ver eu acabei crescendo com a fantasia de que ela fosse assim). Enquanto brincávamos muitas vezes ela tentou me beijar na boca, no começo eu colocava a mãe na boca e ela beijava por cima, depois ela tirou minha mãe explicando que assim não tinha graça e a gente trocava um selinho ou outro, sem maldade (pelo menos da minha parte).Cada vez que acontecia se tornava mais gostoso. Quando a gente se abraçava, sentir o corpo dela no meu era também muito prazeiroso.
O tempo passou e não nos vimos mais. Agora ela já se tornou uma mulher, casou há quase dois anos e tem um filho. Os traços apesar de terem amaduirecido com o tempo não mudaram... mesmo assim eu daria qualquer coisa pras entir aquele beijo de novo.
Acho que foi aí que começou tudo. Mas nunca levei esse desejo adiante porque havia sido educada para ser hetero (como todos nós não é mesmo?). Tive um namorado antes desse atual e nunca senti tanta vontade de me render a uma mulher como agora, acho que por causa da minha amiga tenho um enorme desejo por loiras. Eu sou hetero, mas tenho tara por mulher.
Tudo isso me veio a mente naquela noite, olhava aquelas mulheres me desejando e era inevitável não me exibir pra elas. Já meu namorado/vizinho não estava muito satisfeito (claro)... aí num teve jeito, tive que abrir o jogo com ele... que brincou dizendo "acho que tu ia mesmo gostar de uma mulher te ch...par", "ei pow, perai, não é só chegando e ir pegando não!" - respondi! E ele completou "eu sei... não é todo homem que tem a horna de te tocar". De repente, como uma filme mental, me vieram em mente todos os homens que já haviam me pego de jeito antes e durante meu relacionamento, até com o carinha da escola onde eu acava de me matricular, com quem fiz sexo por telefone quando tinha 16 anos mesmo sabendo que no dia seguinte iria encontrá-lo na sala... Encostei no ombro dele e disse que o amava, aí cochilei no ônibus de volta pra casa.
Ontem recebi um adiantamento no serviço e saí com meu namorado/ vizinho pra uma boate GLBTS aqui da minha cidade. Dançamos por horas, no entanto estávamos um pouco distantes. Como explicar... funciona assim: se você sai com alguém pra dançar você sai pra dançar com aquela pessoa certo?... comigo é um pouquinho diferente...
Por alguma razão eu não sou eu lá dentro, vai parecer papo de lunático, mas me transformo. A questão é que de alguma forma é como se eu mudasse, ou talvez lá eu me torne mais eu mesmo do que normalmente sou. Há um Q de sensualidade naquele lugar, não tem como ficar tímido alí. Mas até aí tudo bem... só que o porém é o fato de eu dançar sensualmente não pro meu namorado/vizinho, nem pros outro carinhas (heteros) que dançavam alí... mas pra outras mulheres.
A hst é antiga. Quando eu tinha 8 anos tive uma "amiguinha" um ou dois anos mais velha com quem muitas manhãs e tardes passei brincando. Nossas mães eram amigas e enquanto fumavam na cozinha acompanhas de uma café preto (ou sem leite, como preferir), ficávamos no quarto dela brincando de "casinha". Como éramos só nós duas alguém teria que fazer o papel do pai, e normalmente ela que fazia. Ela era loira, lábios carnudos e olhos cheios de desejo (se não, vai ver eu acabei crescendo com a fantasia de que ela fosse assim). Enquanto brincávamos muitas vezes ela tentou me beijar na boca, no começo eu colocava a mãe na boca e ela beijava por cima, depois ela tirou minha mãe explicando que assim não tinha graça e a gente trocava um selinho ou outro, sem maldade (pelo menos da minha parte).Cada vez que acontecia se tornava mais gostoso. Quando a gente se abraçava, sentir o corpo dela no meu era também muito prazeiroso.
O tempo passou e não nos vimos mais. Agora ela já se tornou uma mulher, casou há quase dois anos e tem um filho. Os traços apesar de terem amaduirecido com o tempo não mudaram... mesmo assim eu daria qualquer coisa pras entir aquele beijo de novo.
Acho que foi aí que começou tudo. Mas nunca levei esse desejo adiante porque havia sido educada para ser hetero (como todos nós não é mesmo?). Tive um namorado antes desse atual e nunca senti tanta vontade de me render a uma mulher como agora, acho que por causa da minha amiga tenho um enorme desejo por loiras. Eu sou hetero, mas tenho tara por mulher.
Tudo isso me veio a mente naquela noite, olhava aquelas mulheres me desejando e era inevitável não me exibir pra elas. Já meu namorado/vizinho não estava muito satisfeito (claro)... aí num teve jeito, tive que abrir o jogo com ele... que brincou dizendo "acho que tu ia mesmo gostar de uma mulher te ch...par", "ei pow, perai, não é só chegando e ir pegando não!" - respondi! E ele completou "eu sei... não é todo homem que tem a horna de te tocar". De repente, como uma filme mental, me vieram em mente todos os homens que já haviam me pego de jeito antes e durante meu relacionamento, até com o carinha da escola onde eu acava de me matricular, com quem fiz sexo por telefone quando tinha 16 anos mesmo sabendo que no dia seguinte iria encontrá-lo na sala... Encostei no ombro dele e disse que o amava, aí cochilei no ônibus de volta pra casa.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Hoje
Acordei 3 vezes mais cedo que de costume, talvez pelo costume de acordar cedo,talvez a anciedade por ir para minha segunda aula de ballet. Levei as sapatihas e as roupas, fui pra casa no fim da aula. Começei a assistir Superman III, aquele antiguinho mesmo, observava o quanto ele era jovem e charmoso na época. Fui pro trabalho, no entanto preparada para algo que já planejara há alguns poucos dias...
Tenho uma caso. Não um caso que signifique eu estar traindo meu namorado com uma terceira pessoa. Se fosse só isso seria mais simples. É mais. A terceira pessoal é um cara casado. E antes que haja alguma dúvida com relação ao meu carater, gostaria de esclarecer alguns pontos.
Eu e ele nos conhecemos em um momento um pouco diferente, ele era solteiro, e ... bem, eu não. Ele tinha 25 anos naépoca, e eu mal fizera 18, quando trocamos um beijo em pleno carnaval. Eu estava de passagem numa cidadezinha do interior. no início eu não tinha interesse nele, ... mas depois tive um surto e o beijei. Depois me deu uma dor na consciência... e essa, meu caro, não perdoa, então encerrei o caso antes que começasse. Ele era da cidade, então depois do carnaval começou a me procurar, e ao tentar investir em nós eu esclareci minha situação: Eu tinha um namorado e o amava. Então depois ele desistiu. Até que um dia nos encontranos por acaso... então soube que ele havia casado.
Começamos a nos encontrar com amigos, claro, afinal agora ambos estavamos compromissados... depois começamos a nos encontrar em outros horário... outros locais... até que hoje ele me levou para este fim. Começou a rolar uns amassos... as coisas que todo mundo conheçe... então me veio um pensamento: "Sexo é mesmo muito bom!". Me assustei comigo mesma, e ao mesmo tempo não tive pudores... foi a primeira vez desde q nos beijamos no carnaval que eu me sentia a vontade pra chegar ao ponto que cheguei com ele.
Fico pensando o que acontecera com a garota gentil, nobre e justa que fui outrora, nunca havia me enxergado tão egoísta como naquele momento. "Ele é casado..." Ele até ousou sugerir que pagaria metade do meu salário se eu largasse o emprego para estar disponível durante a tarde pra quando ele me quizesse... "me tornei uma prostituta... trocando a liberdade por uma gaiola de ouro... que ótimo, pelo menos sou a outra, no entanto ganho mais que ligações e promessas!". Não acho q é certo o q decidi fazer, mas não é conselho que alguém siga meu caminho, mas fiquei pensando até onde aguentaria com isso, e no meio do teste me veio aquela afirmção: "Sexo é mesmo muito bom!".
Não gosto de pensar muito nisso, aliás tenho meio que medo de pensar no futuro disso tudo... onde essa merda vai parar...
por enquanto vou segukindo assim!.
Tenho uma caso. Não um caso que signifique eu estar traindo meu namorado com uma terceira pessoa. Se fosse só isso seria mais simples. É mais. A terceira pessoal é um cara casado. E antes que haja alguma dúvida com relação ao meu carater, gostaria de esclarecer alguns pontos.
Eu e ele nos conhecemos em um momento um pouco diferente, ele era solteiro, e ... bem, eu não. Ele tinha 25 anos naépoca, e eu mal fizera 18, quando trocamos um beijo em pleno carnaval. Eu estava de passagem numa cidadezinha do interior. no início eu não tinha interesse nele, ... mas depois tive um surto e o beijei. Depois me deu uma dor na consciência... e essa, meu caro, não perdoa, então encerrei o caso antes que começasse. Ele era da cidade, então depois do carnaval começou a me procurar, e ao tentar investir em nós eu esclareci minha situação: Eu tinha um namorado e o amava. Então depois ele desistiu. Até que um dia nos encontranos por acaso... então soube que ele havia casado.
Começamos a nos encontrar com amigos, claro, afinal agora ambos estavamos compromissados... depois começamos a nos encontrar em outros horário... outros locais... até que hoje ele me levou para este fim. Começou a rolar uns amassos... as coisas que todo mundo conheçe... então me veio um pensamento: "Sexo é mesmo muito bom!". Me assustei comigo mesma, e ao mesmo tempo não tive pudores... foi a primeira vez desde q nos beijamos no carnaval que eu me sentia a vontade pra chegar ao ponto que cheguei com ele.
Fico pensando o que acontecera com a garota gentil, nobre e justa que fui outrora, nunca havia me enxergado tão egoísta como naquele momento. "Ele é casado..." Ele até ousou sugerir que pagaria metade do meu salário se eu largasse o emprego para estar disponível durante a tarde pra quando ele me quizesse... "me tornei uma prostituta... trocando a liberdade por uma gaiola de ouro... que ótimo, pelo menos sou a outra, no entanto ganho mais que ligações e promessas!". Não acho q é certo o q decidi fazer, mas não é conselho que alguém siga meu caminho, mas fiquei pensando até onde aguentaria com isso, e no meio do teste me veio aquela afirmção: "Sexo é mesmo muito bom!".
Não gosto de pensar muito nisso, aliás tenho meio que medo de pensar no futuro disso tudo... onde essa merda vai parar...
por enquanto vou segukindo assim!.
sábado, 26 de abril de 2008
Por onde começar...
...Acho que a pergunta que cabe seja, por que começar?
Eu não sei bem. Sinto falta de falar mal de mim mesma. Talvez eu devesse procurar um padre, mas não sou católica. Esse é um daqueles momentos em que me pergunto o que mais me falta. Me sinto tão ingrata por não me satisfazer com as coisas como são, se bem que outro dia me falaram que essa é uma tendência humana... eu sei lá! Tanto faz!
"Eu devo estar sonhando", isso é o que a Amy Lee diz enquanto estou escrevendo essas linhas. Meu vizinho/ namorado e eu discutimos a relação (mais uma vez - achei que esse papel fosse meu!?!) e ele se queixou de carinho. carinho... não lembro da última vez que minha mãe me deu isso, nem da última vez que conseguir dar isso ao meu único irmão, mais novo que eu. Acho que só não me tornei frígida porque meu pai tentava sempre me lembrar do quanto eu era especial para ele (isso foi antes dele arrastá-la do quarto à sala pelos cabelos e enchâ-la de tapas - eu fui obrigada a jogar uma cadeira em cima dele para fazê-lo parar, depois não lembro de mais nada).
Após quase 3 anos de relacionamento, entre rompimentos, traições e mentiras, fica difícil a gente se manter carinhoso. Sim, eu o amo, amo porque ele não merecia e mesmo assim eu o perdoei, ou talvez porque no fundo eu nunca o perdoei ainda que ele merecesse, amo a pessoa que hoje ele se tornou, talvez pela pessoa que eume tornei. É difícil explicar pq aí eu entraria numa outra discussão sobre o que é o amor e ... bem... esse não é meu propósito.
Nos entendemos, ele entende fácil... eu é que sou teimosa, mas naquele dia eu é que estava errada... então tive que amolecer. Eu que tenho que mudar e ele que tem que me aceitar... rsrs Confúcio...
Mas além dessas... hoje vi meu pai. Fazia semanas que não nos falávamos. Não que ele não ligasse, eu é que nunca procurava. Ele estava num outro carro, mais sofisticado que o anterior, mas o aparelho de som ainda era o mesmo. Dizendo ele, era patrimônio da empresa, mas eu não fiquei trocando figurinhas a esse respeito com ele. Me deu a "pensão" e incluso a ela um a quantia X que eu havia pedido. Me queixei que há algum tentava queria comprar umas frutas e coisas assim ele sugeriu que fôssemos no mesmo dia. No entanto depois das compras feitas (e generosas aliás, pq ele iria depois de muito tempo, fazer compras pra mim e meu irmão), na hora de pagar saiu do dinheiro ridículo que papai acabara de me dar... Foi um susto tão gande que eu não sabia nem o que dizer... eu ainda me lembro bem, a única coisa em que pensara era :"caramba, o dinheiro da escola do meu irmão...!". Fiquei congelada por uns minutos... Deveria ter dito tantas coisas... e não disse nada. Entreguei o dinheiro e fiquei muda. Incrível... passara 6 meses sumido e quando reaparece não tira do bolso nem o dinheiro da comida???
Nã sei nem explicar direito o que senti.... Me deixou na porta do prédio e eu subi sozinha com as sacolas, depois ele foi embora. Ainda bem que eu tenho vergonha na cara... que não sou igual a ele.
Eu me lembro bem quando meu pai foi embroa de casa. Talvez pela frustração de não ser mais o homem da vida da minha mãe, talvez por não ser o homem da vida de mais ninguém, eu nem sei, apenas chegeui em casa e encontrei a carta em cima da mesa.
Pronto, estava feito. Tornou-se uma lenda, daquelas que se cita alguém que talvez nunca houvesse existido. Deu notícias meses depois, o resto é história.
Quase adormeci no sofá... estou com sono... pelo visto só publicarei isso amanhã!
Eu não sei bem. Sinto falta de falar mal de mim mesma. Talvez eu devesse procurar um padre, mas não sou católica. Esse é um daqueles momentos em que me pergunto o que mais me falta. Me sinto tão ingrata por não me satisfazer com as coisas como são, se bem que outro dia me falaram que essa é uma tendência humana... eu sei lá! Tanto faz!
"Eu devo estar sonhando", isso é o que a Amy Lee diz enquanto estou escrevendo essas linhas. Meu vizinho/ namorado e eu discutimos a relação (mais uma vez - achei que esse papel fosse meu!?!) e ele se queixou de carinho. carinho... não lembro da última vez que minha mãe me deu isso, nem da última vez que conseguir dar isso ao meu único irmão, mais novo que eu. Acho que só não me tornei frígida porque meu pai tentava sempre me lembrar do quanto eu era especial para ele (isso foi antes dele arrastá-la do quarto à sala pelos cabelos e enchâ-la de tapas - eu fui obrigada a jogar uma cadeira em cima dele para fazê-lo parar, depois não lembro de mais nada).
Após quase 3 anos de relacionamento, entre rompimentos, traições e mentiras, fica difícil a gente se manter carinhoso. Sim, eu o amo, amo porque ele não merecia e mesmo assim eu o perdoei, ou talvez porque no fundo eu nunca o perdoei ainda que ele merecesse, amo a pessoa que hoje ele se tornou, talvez pela pessoa que eume tornei. É difícil explicar pq aí eu entraria numa outra discussão sobre o que é o amor e ... bem... esse não é meu propósito.
Nos entendemos, ele entende fácil... eu é que sou teimosa, mas naquele dia eu é que estava errada... então tive que amolecer. Eu que tenho que mudar e ele que tem que me aceitar... rsrs Confúcio...
Mas além dessas... hoje vi meu pai. Fazia semanas que não nos falávamos. Não que ele não ligasse, eu é que nunca procurava. Ele estava num outro carro, mais sofisticado que o anterior, mas o aparelho de som ainda era o mesmo. Dizendo ele, era patrimônio da empresa, mas eu não fiquei trocando figurinhas a esse respeito com ele. Me deu a "pensão" e incluso a ela um a quantia X que eu havia pedido. Me queixei que há algum tentava queria comprar umas frutas e coisas assim ele sugeriu que fôssemos no mesmo dia. No entanto depois das compras feitas (e generosas aliás, pq ele iria depois de muito tempo, fazer compras pra mim e meu irmão), na hora de pagar saiu do dinheiro ridículo que papai acabara de me dar... Foi um susto tão gande que eu não sabia nem o que dizer... eu ainda me lembro bem, a única coisa em que pensara era :"caramba, o dinheiro da escola do meu irmão...!". Fiquei congelada por uns minutos... Deveria ter dito tantas coisas... e não disse nada. Entreguei o dinheiro e fiquei muda. Incrível... passara 6 meses sumido e quando reaparece não tira do bolso nem o dinheiro da comida???
Nã sei nem explicar direito o que senti.... Me deixou na porta do prédio e eu subi sozinha com as sacolas, depois ele foi embora. Ainda bem que eu tenho vergonha na cara... que não sou igual a ele.
Eu me lembro bem quando meu pai foi embroa de casa. Talvez pela frustração de não ser mais o homem da vida da minha mãe, talvez por não ser o homem da vida de mais ninguém, eu nem sei, apenas chegeui em casa e encontrei a carta em cima da mesa.
Pronto, estava feito. Tornou-se uma lenda, daquelas que se cita alguém que talvez nunca houvesse existido. Deu notícias meses depois, o resto é história.
Quase adormeci no sofá... estou com sono... pelo visto só publicarei isso amanhã!
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